Chovia, a noite no hospital estava silenciosa. Ele estava lá, sozinho em um quarto VIP, vestindo apenas uma camisa de paciente leve. Com o cabelo molhado, a pele quente, e os olhos sonolentos, ele parecia ao mesmo tempo frágil e estranhamente adorável.
A primeira enfermeira entrou, com um vestido branco justo na cintura, o decote ligeiramente baixo revelando sua pele branca e um leve vislumbre do colo. Ela sorriu: "Você precisa fazer a medição da temperatura e depois aplicar o remédio..."
Seus dedos delgados acariciaram suavemente sua testa, desceram pelo pescoço, e ela colocou o termômetro na beirada dos lábios dele - o toque leve fez com que ele estremecesse levemente. A segunda enfermeira entrou a seguir, trazendo uma tigela com água morna e uma toalha macia, enquanto limpava e sussurrava: "Você está muito quente... deve precisar de cuidados mais especiais."